Médicos de Cuiabá paralisam serviços para cobrar realização de concurso

ter um ápice de prazer por dia reduz em 22% chances de desenvolver câncer de próstata, revela estudo

Médicos da rede pública de saúde de Cuiabá paralisaram as atividades nesta quinta-feira (15) para cobrar algumas medidas da administração municipal, entre elas a realização de concurso para a contratação de mais profissionais da categoria. Estão sendo atendidos apenas casos de urgência de emergência em algumas unidades, de acordo com o Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed).

Uma das reivindicações do Sindimed era a equiparação do salário-base nacional, de R$ 10,9 mil. No entanto, a prefeitura alegou que a data-base para reajuste salarial dos servidores municipais, em todas as categorias, é em maio maio, mas que se comprometeu a antecipar essa discussão para reajuste em abril.

Nesta quarta-feira (14), antes mesmo da paralisação, a prefeitura tinha emitido uma nota para informar que havia ingressado com uma medida judicial para tentar impedir a paralisação dos médicos hoje. Segundo a assessoria, a medida foi tomada após a recusa dos médicos em dialogar sobre as reivindicações da categoria.

Os atendimentos foram suspensos nas unidades básicas de saúde, postos do Programa de Saúde da Família (PSF). Já nas policlínicas e na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) estão sendo mantidos 30% do efetivo para prestar atendimento nos casos de urgência e emergência.

O sindicato da classe informou que a paralisação será de 24 horas e que às 7h desta sexta-feira (16) o atendimento será retomado, normalmente. Segundo a presidente do Sindimed, no ano passado a categoria firmou um acordo com a prefeitura da capital e que esse acordo não estaria sendo cumprido.

Um dos compromissos feitos pela administração municipal seria a realização de concurso público para a contratação de 170 médicos, entre 2014 e 2015, mas que recentemente sinalizou a abertura de metade dessas vagas, somente. Além disso, ela informou que é preciso discutir questões salariais.