Max Russi diz que para fazer a boa política é preciso gostar de gente

Max Russi diz que para fazer a boa política é preciso gostar de gente

O deputado estadual Max Russi (PSB), candidato a reeleição com o número 40000, tem afirmado em seus encontros populares e rodas de conversas que a vocação para o bem deve nortear quem se propõe a representar o povo.

A sensibilidade humana, segundo ele, é fundamental para garantir avanços econômicos e sociais para as pessoas que mais precisam. “Para fazer a boa política é preciso primeiro gostar de gente  e ser sensível para abraçar e lutar por suas causas”, afirma o parlamentar.




Max Russi tem percorrido as mais diferentes localidades e regiões do Estado do MT, prestando contas do mandato e pedindo mais uma oportunidade de continuar trabalhando para os que mais precisam. Os momentos mais marcantes de sua campanha são, justamente, os agradecimentos das pessoas pelo atendimento de suas necessidades.

“Me sinto abeçoado por ser um instrumento de Deus para servir as pessoas, compromisso que renovo a cada agradecimento que recebo”, comenta o parlamentar”.

“Max Russi tem observado que seu mandato tem procurado dar resultados práticos para as camadas sociais que mais necessitam de atenção e serviços básicos. Neste sentido, seu gabinete interviu de forma direta para resolver problemas crônicos e minimizar o sofrimento das pessoas”.

“A saúde, segurança pública, educação e resgate social são as áreas que mais empenho recebeu do seu mandato. Na região leste do MT, só para citar um exemplo na saúde, Max Russi ajudou na implantação de uma clínica de hemodiálise – sediada em Primavera do Leste – para diminuir o sofrimento dos doentes renais crônicos.

Somente esta ação fez com os pacientes deixassem de percorrer mais de dois mil quilômetros por semana para filtrar o sangue, processo que mantém o renal crônico vivo.

Outra ação humanitária que emocionou a campanha de reeleição de Max Russi aconteceu no município de Paranatinga. O suporte do mandato ajudou a salvar a vida de uma criança de 10 anos, que tinha sérios problemas no coração e não conseguia fazer uma cirurgia.

“Eu lutei mais de seis anos por uma cirurgia para ele e o senhor, com menos de um mês, conseguiu encaminhar e salvar sua vida, pois o problema era muito grave”, testemunhou Enil Furquim (Maninha), mãe-avó do garoto Victor Yuri. O relato comoveu todos os presentes.

“Se ele está vivo é porque o senhor abraçou nossa luta como uma causa e realizou o sonho da cirurgia, que já tinha se transformado em um grande drama”, afirmou a emocionada Maninha”.

“Sem voz para expressar a felicidade de servir como instrumento que possibilitou salvar uma vida juvenil, Max Russi foi, em silêncio, ao encontro dos dois e deu um demorado e afetuoso abraço.

“Ao citar os agradecimentos que vem recebendo nesta caminhada pela reeleição, Max Russi tem reafirmado que tem uma missão dada por Deus e que se sente abençoado de estar sendo um instrumento para fazer o bem . “Gosto de gente, de ajudas as pessoas e de fazer o bem e estou muito agradecido por isso, de ser este instrumento”, exclama o deputado.