Kalynka cobra apuração de denúncia de assédio sexual na Prefeitura

Kalynka cobra apuração de denúncia de assédio sexual na Prefeitura

A vereadora Kalynka Meirelles (Republicanos) foi até o Ministério público nessa quinta -feira (28), acompanhar o andamento das denúncias de assédio sexual e moral e manifestou indignação com a falta de atitude da Prefeitura local, na apuração do caso.

A parlamentar está inconformada com a condução do processo. “Fui procurada por um grupo de mulheres que relataram que estavam sofrendo assédio moral e sexual. Mas isso não começou ontem! Há oito meses que uma dessas trabalhadoras municipais, produziu um documento e solicitou o afastamento do acusado depois as outras mulheres se encorajaram e não ficaram mais caladas. O que foi feito? Absolutamente nada!! Só tomaram uma atitude nesta semana, depois o caso foi parar no Ministério Público Estadual. Vou acompanhar esse caso de perto, são mulheres, mães, trabalhadoras e chefes de família”.

Kalynka prestou solidariedade às mulheres e disponibilizou seu gabinete para as vítimas que precisem de qualquer tipo de assessoria ou queiram fazer novas denúncias. “Minha sala está de portas abertas. Estou à disposição. Essas mulheres foram abandonadas, mas aqui elas terão espaço e atenção. Vou acompanhar essas servidoras públicas na delegacia, Ministério Público, Ministério do Trabalho e onde for necessário. Peço que entrem em contato pelas minhas redes ou procurem pessoalmente meu gabinete. Estou à disposição”.

Comissão da mulher

A vereadora, que tem no seu “DNA” a luta pelas causas femininas, já procurou a presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Rondonópolis – Sispmur, Geane Lina Teles. A intenção é abrir um canal direto de comunicação com as vítimas, que facilite novas denúncias e promova amparo jurídico e psicológico. “Quero debater com a Geane a criação de uma Comissão da Mulher. Ela também é extremamente sensível a essas causas. Vamos conversar e alinhar esse espaço. Chega de abuso, chega de machismo. Nós vamos à luta!”, garante.

Denúncias

Além do gabinete da vereadora Kalynka Meirelles, as servidoras públicas municipais também podem denunciar casos de assédio sexual e moral no Sispmur, Ministério do Trabalho, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, Conselho da Mulher, Delegacia da Mulher e imprensa.

A pena para um condenado por assédio sexual pode chegar a 2 anos de prisão.

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