Habitação e Defesa Civil visitam moradores de área de risco na Vila Canaã

Wheverton Barros



Ao lado do coordenador da Defesa Civil, Valdemir Castilho, o Biliu, o secretário municipal de Habitação e Urbanismo, Paulo José, juntamente com uma equipe técnica da pasta, esteve, na tarde desta segunda-feira (11), conversando com moradores de uma área de risco às margens do córrego Bambu, entre as ruas Rui Barbosa e Tiradentes, na Vila Canaã.

Assim como outras áreas de riscos do município, localizadas às margens de córregos e do Rio Vermelho, a localidade na Vila Canaã vem sendo monitorada pela Defesa Civil desde o início do período chuvoso e a ação desta segunda-feira teve o objetivo de verificar a situação de uma casa que ficou mais comprometida após as chuvas no fim de semana, além de fazer a atualização dos cadastros das famílias.

“Desde o início do período chuvoso, estamos monitorando os pontos críticos e este aqui (Vila Canaã) é um deles. Então, após as chuvas do fim semana, a gente veio, juntamente com a secretaria Habitação, verificar a situação para tomar as providências devidas, principalmente de uma das casas que ficou mais comprometida”, disse o coordenador Biliu.

Atualmente, 15 famílias vivem em edificações próximas a área de risco entre as ruas Rui Barbosa e Tiradentes. Estas famílias devem ser relocadas para o Residencial Padre Miguel, que está processo construtivo.

“Estas famílias que vivem aqui nesta área de risco, às margens do córrego Bambu, serão as primeiras a serem relocadas para o Padre Miguel”, garantiu o secretário Paulo José, destacando que “estamos trabalhando para concluir o mais rápido possível o residencial, que conseguimos buscar novamente os recursos em Brasília, junto a Caixa Econômica Federal (CEF), no ano de 2017, para retomar a construção das casas, que estavam paralisadas há alguns anos”.

Conforme o secretário Paulo José, além das moradias em processo construtivo para atender moradores de áreas de risco da prefeitura, a prefeitura de Rondonópolis está construindo no local uma creche, uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e um centro comunitário, que beneficiará em torno de mil famílias da região.

Para o morador Antônio Valdir, que faze parte do grupo de famílias que deve ser relocado para o residencial Padre Miguel, a ação desta segunda-feira reforça a preocupação do poder público com os moradores que vivem nesta área de risco.

“A vinda do secretário aqui foi importante, pois ele reafirmou o compromisso da prefeitura de concluir o residencial Padre Miguel. Tudo que a gente quer é viver com dignidade, sem medo da casa ser invadida pela água ou não conseguir sair de casa quando chove forte. Não vemos a hora de mudar para longe destes problemas, que a gente enfrenta todos os anos no período das chuvas”, disse o morador, que é caminhoneiro.