Globalização do Amor Fraterno

Aritmética da destruição

Apresento-lhes fato que venho alertando desde o fim da década de 1970: É preciso Globalizar a Solidariedade, o Amor Fraterno. Afinal, somos humanidade. Desde o princípio das eras, temos indissolúvel ligação neste orbe. Somos, portanto, muçulmanos, xintoístas, católicos, bramanistas, budistas, protestantes, hinduístas, bahá’ís, judeus, espíritas, esotéricos, agnósticos, mórmons, umbandistas, ateus… Somos, por fim, seres humanos!

Isso significa dizer que é imprescindível respeitar as origens e procurar compreender o ponto de vista do nosso semelhante para, com ele, coexistir na sintonia da Paz, de modo que possamos juntar as mãos e trabalhar por quem padece, antes que, de forma globalizante, os padecentes sejamos todos nós, enquanto promotores dementados de verdadeira chacina, ao fomentar um progresso, porém de destruição.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor. 




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