Dyogo Oliveira: “Estamos no início de um ‘novo ciclo’ de crescimento”

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A uma plateia de investidores e líderes empresariais, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, destacou, nesta terça-feira (30), em São Paulo, o “início de um novo ciclo de crescimento” diante das reformas econômicas e a estabilização da economia nos últimos meses.

Na visão do ministro, desde o início do governo federal, há um ano, a economia brasileira passou por uma transição na qual a inflação foi estabilizada e a confiança dos agentes econômicos no País, restabelecida.

“Os investidores nacionais e internacionais reafirmaram sua confiança no Brasil e não há momento mais adequado para estar no Brasil, porque estamos no momento do início de um novo ciclo de crescimento que o Brasil presenciará”, afirmou Oliveira, durante apresentação no Fórum de Investimentos Brasil (FIB), evento que reúne investidores de 42 países e de diferentes setores da economia.

Diante dos avanços econômicos conquistados pelo governo, o ministro destacou a diversidade da economia brasileira e ressaltou que essas mudanças deixaram o País mais atrativo, uma vez que as medidas trazem mais segurança jurídica e garantem o retorno dos investimentos.

“A hora correta, certa para investir, não é quando se está no pico, é quando você está começando a subir o pico – e este momento é agora. Estar no Brasil agora é a decisão correta”, disse ele, ao citar o conjunto de reformas econômicas postas em prática no último ano.

Oliveira aproveitou para chamar atenção para o andamento das medidas do governo federal no Congresso Nacional, mesmo em meio a um momento turbulento. “O governo tem demonstrado força, principalmente força de decisão”, reforçou. “Não há nenhum momento, nenhuma dúvida, de que seguimos o caminho da continuidade das reformas”, reiterou.

Reformas

Atualmente, a reforma da Previdência Social, que busca interromper o crescimento exponencial das despesas previdenciárias, está aguardando análise do plenário da Câmara dos Deputados. Ela prevê a adoção de uma idade mínima de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres acessarem ao benefício.

Ao mesmo tempo, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal analisa a modernização da legislação trabalhista, que permite a prevalência de acordos coletivos sobre a lei como forma de dar mais segurança jurídica e incentivar a geração de empregos.