Como os aplicativos espiões ajudam o FBI a capturar terroristas

Shutterstock



Mortes por ataques terroristas caíram mais de 44% nos últimos 3 anos. Essa notícia parece ótima, mas mesmo assim, o terrorismo permanece generalizado. Embora os atentados se acentuam mais em países do oriente médio e Ásia, ninguém está completamente a salvo.

É por isso que o FBI trabalha arduamente para capturar terroristas em todo mundo. Mas como é possível monitorar os planos maquiavélicos desses grupos? Pode apostar que uma das ferramentas mais usadas são os chamados aplicativos espiões.

O que é o terrorismo?

Genericamente, terrorismo é quando usamos a violência, física ou psicológica, com o objetivo de intimidar elementos específicos ou populações. São atos violentos que provocam terror e amedrontam pessoas. Quem pratica tais atos é chamado de terrorista e, por norma, os ataques são baseados em questões políticas extremistas ou de religião.

É claro que o conceito de terrorismo é subjetivo, afinal, depende de fatores como contexto histórico, social, político e também geográfico. Por tais aspectos, podemos distinguir o terrorismo sob algumas vertentes.

Quais são os tipos de terrorismo?

Terrorismo físico: quando é usado violência sob forma de tortura ou até assassinato para a imposição de interesses específicos;

Terrorismo psicológico: é aquele que usa a violência para induzir o medo, pode ser por meio de divulgação de notícias em benefício próprio;

Terrorismo de Estado: utilizado por governantes a fim de manipular a população administrada;

Terrorismo religioso: praticado por grupos religiosos extremistas e intolerantes, o incentivo vem de alguma religião ou seita.

Como o FBI atua nesse processo?

O FBI – Federal Bureau of Investigation, é a unidade de polícia do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Sua função é atuar como polícia investigativa e serviço de inteligência interno, promover o controle contra atentados no país e combatendo assassinatos em série.

Eles devem fornecer uma análise significativa que permita às autoridades gerenciar sérios problemas de segurança nacional, como o tão temido terrorismo.

No entanto, existem novas forma de ataques que podem não ter território físico e ainda causar grandes danos. Indivíduos e coalizões difusas são cada vez mais capazes de trafegar com vírus digitais e outras ferramentas perigosas e potencialmente letais.

Tais desafios são reais e superá-los é um dos objetivos legítimos do FBI para o século XXI. Por essa razão, a tecnologia dos aplicativos espiões tem se tornado cada vez mais interessante no combate aos terroristas.

Apps espiões ajudam o FBI a capturar terroristas

O monitoramento eletrônico do FBI acontece desde 1990, controlando meios de comunicação digitais. O primeiro sistema implantado era conhecido como Carnivore, ele examinava e-mails em massa procurando por palavras-chave. Desde então, foi substituído por softwares ainda mais sofisticado que podem atuar como aplicativos espiões (https://www.mspy.com.br/keylogger.html).

Esses recursos são perfeitos para encontrar referências suspeitas e chamar a atenção do FBI para conversas possivelmente nefastas acontecendo na Internet. É dessa forma que eles podem rastrear telefones, chamadas e ainda a localização dos indivíduos e capturar os possíveis terroristas.

Claro que essa tarefa é complicada, mas sempre que há algo suspeito detectado pelos apps espiões, o FBI pode se concentrar no remetente e no destinatário e monitorar suas conversas por email com mais eficiência, evitando assim, um ataque ou atentado.