Cadela pesca em lago de fazenda e vira atração

presos filmam tortura a rival dentro de penitenciária

Uma cadela tem chamado a atenção de moradores e turistas em Paranapanema (SP). A "Lindinha", como é chamada, aprendeu a pescar em um lago na fazenda onde vive e virou atração do local. O empresário Vilmar Luiz Cordeiro, dono do animal, conta que a primeira vez que a viu pescar ficou espantado. “É impressionante. Ela pesca e traz o peixe vivo para todo mundo ver. Tudo para se exibir. Quando conto o que ela faz, ninguém acredita”, afirma. A fox paulistinha (ou terrier brasileiro) aprendeu a nadar primeiro e só depois passou a pescar há três anos. Ela vive com a família desde que nasceu, há oito anos (veja o vídeo).

Quem registrou o vídeo da cachorra foi Thamires Santos, funcionária da empresa do dono da "Lindinha". Ela diz que também ficou surpresa ao ver a cadela pescando no lago. O vídeo foi registrado em março de 2014. Ela já chegou, em um dia, pescar dez peixes e alguns de até quatro quilos.

Nas imagens, a cadela espera alguns minutos até o momento perfeito para pegar um peixe. Depois, ela vem até o dono com o peixe na boca e o entrega. “É um fenômeno, nunca tinha visto algo assim. Já pesquisei se existe algum cão da raça dela que faça isso, mas não encontrei. Ela gosta tanto de água que quando não a deixam entrar no lago, por causa do frio, ela fica chorando”, afirma Thamires.

'Lindinha' aprendeu a pescar sozinha, diz dono
Cordeiro (Foto: Arquivo Pessoal/ Thamires Santos)

Segundo Cordeiro, quem ensinou "Lindinha" a nadar, quando ainda era mais nova, foi outro cão da fazenda chamado "Pingo". “Eles ficavam mais de uma hora no lago, percorrendo mais de 300 metros de um lado para outro. 'Lindinha' aprendeu a pescar sozinha, começou pescando peixes pequenos e agora pega alguns de até quatro quilos. 'Pingo 'já morreu, mas antes disso ensinou tudo o que sabia para ela”, conta.

Além da paixão pela água, a cachorra também mostra muito amor pelo próprio dono. Quando ele está na fazenda, segue ele para todo lugar que vai. “Ela é única, tão especial, que não a trato como um animal, mas como uma amiga”, finaliza Cordeiro.