Barranco intervém e evita greve de médicos no Hospital Regional de Colíder

guarantã será atendido pelo mutirão justiça comunitária

A ameaça de greve por parte dos médicos que prestam serviços ao Hospital Regional de Colíder (HCR) não foi o suficiente para que o Estado mantivesse os contratos em dia. Na última sexta-feira (3), o deputado Valdir Barranco teve que intervir para evitar uma paralisação marcada para sábado (4). Procurado pela vereadora Edina do Sintep (PT), que acompanha a questão de perto, Barranco entrou em contato com o secretário estadual de Saúde, que ontem (7) resolveu parte da questão.

“Os salários dos médicos terceirizados estavam atrasados há quatro meses porque o estado deixou de pagar as empresas que prestam serviços ao HRC. Assim que soube, liguei para o secretário João Batista, que prometeu resolver a questão ontem (7) para evitar a greve. Porém, nossa assessoria foi informada hoje (8), pela direção do hospital, de que apenas parte das empresas contratadas foi beneficiada e, mesmo assim só houve quitação do mês de janeiro. Estou tentando falar com o secretário João Batista para saber o que houve e cobrar que esta questão seja resolvida o quanto antes. Afinal de contas, ele empenhou sua palavra!”

O diretor-geral do HRC informou que a Secretaria de Saúde se comprometeu em fazer outro repasse às terceirizadas até o fim desta quarta-feira (8), mas não soube informar o valor. Tampouco, se será suficiente para quitar todo o débito. Paulo Lopes confirmou que os atrasados agora são referentes aos meses de novembro e dezembro de 2016 e a fevereiro deste ano. Disse ainda que "depois do pagamento da primeira parcela ninguém mais falou em paralisação dos médicos.”

O deputado Valdir Barranco está preocupado. “Desde o início do atual governo, o Estado vem enfrentando problemas na saúde pública. Atrasos nos repasses para os hospitais regionais são cada vez mais comuns, o que prejudica diretamente o funcionamento destas unidades. Se os médicos pararem vai ser o caos! Espero que o secretário João Batista resolva esta questão o quanto antes. Afinal de contas, todo trabalhador tem direito a receber seu salário em dia, independentemente do tipo de contrato. Além disso, a população não pode ser privada do acesso a saúde pública de qualidade. Nenhum direito a menos! Vou continuar cobrando.”