ALMT participa de projeto para combater a violência contra a mulher

maluf defende ampliação da discussão sobre a reforma tributária

Os poderes constituídos de Mato Grosso se uniram para fortalecer o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Na próxima segunda-feira (28), Assembleia Legislativa, Governo do Estado e Tribunal de Contas assinam acordo de cooperação técnica proposto pelo Ministério Público Estadual para trabalharem em conjunto no projeto “Homens que agradam não agridem”.

O lançamento do projeto será às 14h, no auditório da sede das promotorias de Justiça da capital. Por meio da Sala da Mulher, a Assembleia Legislativa participa do projeto que tem como objetivo, despertar a consciência da importância da participação dos homens no combate e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, transformando-os em parceiros das mulheres na luta por igualdade de gênero.

“Vamos participar desse projeto com o intuito de diminuir a violência doméstica contra a mulher, pois atuar preventivamente é fundamental para a sensibilização das pessoas. Por isso, a Assembleia Legislativa sempre será parceira de projetos como esse que salva a vida das mulheres”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Maluf (PSDB).

No projeto, serão distribuídas cartilhas e a realização de palestras, debates e rodas de conversa pelo período de dois anos em Cuiabá. De forma preventiva e educativa, informações sobre gênero, violência doméstica e Lei Maria da Penha vão ser repassadas nas escolas, universidades, órgãos públicos, hospitais, empresas, canteiros de obras, presídios, penitenciárias, praças, centro de reabilitação.

A coordenadora do núcleo de enfrentamento à violência doméstica da capital, Lindinalva Rodrigues, se reuniu com o deputado Guilherme Maluf para reforçar o convite para o lançamento do projeto, e afirmou que até este mês do ano, não houve nenhum caso de morte de mulher por violência doméstica.

“Estamos há uma década atuando no enfrentamento da violência doméstica, agindo além do dever funcional, tendo projetos educativos, reeducativos e instrutivos para a população e isso tem feito a diferença, pois não tivemos nenhum caso de feminicídio neste ano, sendo a única capital do país que não registra casos em 2016. Ninguém faz nada sozinho, então é importante a união de esforços para proteger as mulheres”, explicou.