2020 começa sob expectativa com relação a sucessão municipal

Foto: Diego Utida



O ano de 2020 começa hoje cercado de expectativas no setor da política local. O motivo é simples; mais uma vez, o rondonopolitano vai às urnas eleger prefeito e uma nova Câmara de Rondonópolis.

Há expectativa é grande em razão das indefinições até agora com relação ao grupo adversário do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD), que tem o projeto de reeleição sendo construído deste do ano passado, quando mudou o estilo de comunicação e de governar.

Pátio, por um lado, exonerou pessoas ligadas à adversários que estavam dentro da estrutura administrativa como o caso do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Milton Mutum, que era muito ligado ao ex-prefeito Adilton Sachetti.

Na realidade a expectativa está realmente em torno de qual candidatura do chamado Movimento Muda Rondonópolis vai realmente se consolidar. Há quem diga, que esse grupo pode se desfazer e lançar mais de um candidato, e por outro lado, existe uma tese que garante que haverá um único candidato.

Neste grupo há nomes de peso como o do ex-deputado e ex-prefeito Adilton Sachetti,  o do deputado federal José Medeiros, do deputado estadual Thiago Silva, o também deputado estadual Delegado Claudinei, além dos vereadores Thiago Muniz e Rodrigo da Zaeli, o ex-vereador Ibrahim Zaher e o empresário Luiz Homem de Carvalho, o Luizão.

Para completar a lista de pré-candidatos a prefeito ainda tem o empresário Cláudio Ferreira, o Cláudio Paisagista, o professor universitário Carlos Eduardo, o professor Cadu, o vice-prefeito Ubaldo Tolentino de Barros e o ex-vereador Marcio Bertoni, além do médico Kléber Amorim, os representantes deste segundo grupo, no entanto, trabalham de forma independente.

Mas o ano de 2020 começa também com relação à Câmara de Vereadores que terá uma eleição diferente do que estamos acostumados a ver. As chamadas frentinhas, na maioria das vezes, compostas por partidos pequenos com intuito de se juntar e eleger vereadores não poderão ocorrer. As coligações nas proporcionais estão proibidas e os partidos, que quiserem entrar na disputa, terão que ter chapas próprias.