Projeto social visa oferecer qualificação profissional para jovens aprendizes e PCD’s em Rondonópolis

Segundo o Ministério do Trabalho (CAGED), no primeiro semestre de 2018, as empresas do Estado do Mato Grosso tinham potencial para contratar 17.409 jovens aprendizes.

No entanto, apenas 3.486 deles, ou seja, 20% do potencial, foram de fato admitidos. O potencial refere-se à cota mínima (5%) e a média estadual acompanha a média nacional (23,87%).

 Auxiliar de escritório, assistente administrativo, vendedor de comércio varejista, repositor de mercadorias e mecânico de manutenção de máquinas são as áreas mais ocupadas pelos jovens aprendizes.

Dados com esse demonstram, portanto, que há vagas de emprego no Estado, porém falta mão de obra qualificada para atender aos requisitos das oportunidades de trabalho.

Pensando nessa problemática, a Bunge Brasil, pela sua entidade social Fundação Bunge, encabeçou em Rondonópolis a iniciativa de Rede de Trabalho em parceria com empresários, sindicatos, associações, entidades e autoridades do município com o intuito de ampliar a política de investimento social na região fortalecendo, assim, o desenvolvimento da economia local e atendendo a demanda das empresas por mão de obra qualificada ao mesmo tempo em que contribui para que jovens e PCDs consigam ingressar no mercado de trabalho por meio de ações que visem a oferta de qualificação profissional.

Na primeira etapa do projeto foi realizada uma pesquisa das entidades atuantes e empresas da região na qual também foi constatada a dificuldade das empresas em encontrar mão de obra qualificada na região.

Em seguida foram realizados reuniões e workshops (três no total) com todos os parceiros para discutir assuntos pertinentes a qualificação profissional e inclusão dos jovens e PCDs no mercado de trabalho.

Para a agenda de 2019 está prevista a execução das ações na prática, como oferta de cursos profissionalizantes, com o objetivo de qualificar e inserir os dois públicos no mercado de trabalho, beneficiando também as empresas na captação de profissionais adequados aos perfis das vagas disponíveis.

Mais do que os cursos, a iniciativa promove a conexão que será feita entre jovens da periferia e empresas e universidades no sentido de ampliar repertório e melhor qualificá-los para as disputas das vagas.